A Excelência da Vida Cristã

Caro leitor,
Em suas últimas palavras na Carta as Filipenses, mais precisamente no capítulo quatro, o apóstolo Paulo, com toda sabedoria, amor e dedicação àqueles crentes, escreveu importantes instruções para que tanto eles como nós alcancemos a excelência da vida cristã.
Primeiro, usando o verbo no imperativo Paulo exorta-nos: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (v.4). Deus é a causa da nossa manifestação de júbilo e contentamento.
Segundo, Deus está perto, Ele está entre nós, por esse motivo o crente deve ser conhecido como uma pessoa prudente, comedida, que não se deixa levar pelas próprias paixões ou apetites (v.5).
Terceiro, o crente não deve ceder à ansiedade pelas coisas, mas também não deve deixar de fazer ciente a Deus suas necessidades, os seus pedidos, através da oração, suplicando sua graça e seu favor, rendendo-lhe ações de graças (v.6)
Andando assim, desfrutaremos a paz de Deus, a paz que excede ao entendimento humano, essa paz que produz em nós quietude de ânsia, sossego, tranquilidade, boa harmonia, concórdia, reconciliação, ausência de guerra e de dissensões. Essa “paz de Deus” guardará nosso coração da avareza, que é idolatria, da impureza (Cl 3.5), do ressentimento, tornando puro nosso coração e a nossa mente (v.7). Desse modo podemos levar a paz de Deus aos outros.
Assim procedendo, experimentaremos “A Excelência da Vida Cristã”, ou seja, tendo nossa mente renovada, cuja ocupação será com o que for verdadeiro, respeitável, justo, de boa fama, inspirado pela virtude (I Pe 2.9) e digno de louvor (v.8).
O Dr. Shedd escreve no seu comentário que “a paz no coração implica em: 1) Desaparecimento da ansiedade (6). 2) Florescimento de ações de graça (6). 3) Santificação do pensamento (8). 4) Contentamento real em todas as circunstancias (11,12). 5) Plena confiança no poder de Deus (13).”
Se você descobriu na vida de Jesus e na vida do apóstolo Paulo, como trilhar “A Excelência da Vida Cristã” permita que a conclusão dessa rica instrução se instale no seu coração e na sua mente. A Bíblia diz: “O que aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco” (v.9).
Que Deus o abençoe. Amém!
Pr. Gerson Salustre da Silva
Chame-os de amigos por que lhes contei tudo o que ouvi do Pai. João 15.15
Amar a Deus
“E sabemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. (Rm 8:28)
Para os que amam a Deus é certamente verdade que todas as coisas servem a um propósito benéfico. Mas o cerne da questão é se amamos ou não a Deus. Será que podemos afirmar isso?
Quando estamos sendo provados, é mais fácil nossa mente ser invadida por pensamentos de dúvida! Olhamos para dentro de nós, reconhecemos que estamos cheios de preocupações e sentimos que temos que oferecer a Deus do que nos dias em que as coisas vão bem.
Porém, o versículo de hoje não termina aqui! A força desta declaração só se torna evidente quando lemos o contexto inteiro no qual está inserida. Acerca dos que amam a Deus é dito que os tais são “chamados segundo o seu propósito”, ou seja, de acordo com o propósito do próprio Deus.
Será que existe um único redimido que não tenha sido chamado segundo o propósito divino? Não! Deus “nos salvou, e chamou para uma santa vocação; não segundo obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; e que é manifesta agora pela aparição do nosso Salvador Jesus Cristo” (2 Timóteo 1:9-10). A obra de Deus e de nosso Salvador tudo o que Ele planejou para nós desde a eternidade.
Esse amor na vida dos redimidos tem um lado prático também. Amar a Deus não é só um sentimento ou uma emoção como muitos pensam. O amor se expressa em atitudes concretas, reais, em ações e comportamentos. Se sabemos que tudo contribui para o bem dos que ama a Deus, e se nós amamos a Deus, então tudo o que fizermos, dissermos e pensarmos refletirá esta convicção. Afinal, o amor de Deus é antes de tudo ação: “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou se Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 João 4:9). Ele espera que o nosso também seja: “Se me amais, guardais os meus mandamentos” (João 14:15)
Não me deixe te deixar
Um homem tem sua vida passando perante seus olhos. Em “Não Me Deixe Te Deixar”, você vai conhecer Carlos, um homem que não encontrou nenhuma saída para sua triste situação, então vai ao último lugar que ainda lhe abre as portas, sua igreja. Viaje com ele pelos cantos de sua memória e junto com Carlos, tome uma decisão.
Seminário Paixão e Ousadia Adoração
Mais informações: edmundobarreto@hotmail.com. Participe!
Rotina do curso.
• Sexta à noite (19:30h) – Aula teórica sobre postura no altar e importância do ensaio.
• Sábado de manha (8h) – Aula sobre Jejum na vida do musico cristão.
• Sábado a tarde livre pra ensaios de cada equipe.
• Sábado à noite (19:30h) – Prático
• Domingo de manha (9h) - Finalizaremos com uma ministração da palavra para todos os músicos e entregaremos os diplomas.
Verdadeiro discipulado
Nada que a gente não saiba, mas talvez tudo a gente não viva.
O “problema” do problema
Um problema é, em essência, algo a ser resolvido; questão a ser respondida; situação a ser solucionada. Etmologicamente a palavra problema vem do grego (próblemata) e significa “que se tem diante de si”, “obstáculo”. Em suma, um problema é, na verdade, matéria prima para soluções e respostas, é a origem das descobertas e está na nascente das grandes contribuições científicas e humanitárias. Ou seja, é o problema que desafia as pessoas para que cresçam, a ciência para que evolua e a sociedade para que melhore. Um problema só se torna uma situação incômoda, um fator gerador de sofrimento ou um infortúnio, quando não é encarado e resolvido. Ou seja, o problema só não se desdobra em benefício em função da forma como o homem o encara ou não o encara, preferindo evitá-lo, ignorá-lo ou dele fugir. Podemos dizer, então, que o “problema” do problema é o próprio homem. Há os preguiçosos, os acomodados, os indiferentes e os desleixados. Estes são os chamados problemáticos, no sentido de fazerem de tudo um problema e de nada fazerem para resolvê-lo. São diferentes dos problematizadores, pois estes são os inconformados com o que se alcançou ou com as soluções que foram encontradas, assim problematizam tais soluções ou respostas com o propósito de encontrarem novos caminhos e lograrem achar melhores condições de vida. Problematizar é a bênção, se acomodar é a anti-bênção. Quem problematiza está ávido por melhorar e crescer, quem se acomoda é negligente e tende a enfermar e contaminar pessoas e meios. Agradeçamos a Deus pelos problemas, O louvemos pelos problematizadores, roguemos a Ele nos livrar da acomodação e da influência dos negligentes. Pertençamos ao time dos inconformados, que não se acomodam, mas enfrentam os problemas vendo neles a gênese de bênçãos e grandes descobertas. Lécio Dornas
Medo

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.” (Salmo 46:1-2).
O medo é o pesadelo que apavora milhões atualmente. Desde que o homem foi expulso do Jardim do Éden, o medo, a abundância de preocupações e ameaças tem flagelado nossa sociedade moderna por causa dos problemas da raça humana em geral e em particular pelo estado desesperador dos indivíduos.
O ataque terrorista de 11 de setembro de 2011 fez com que o medo mundial crescesse rapidamente. Ficou a lição de que nenhum lugar é seguro como pensávamos.
Talvez Deus esteja nos lembrando de que tudo neste mundo é transitório. Um período excepcional da história humana está próximo do fim: tem durado cerca de dois mil anos, começando com a obra de Jesus Cristo na cruz. Deus tem falado conosco graciosa e pacientemente, porém, em certas ocasiões, Sua mensagem é dada com muita severidade a fim de nos lembrar de que temos de acertar as coisas com Ele e “para desviar a sua alma [a alma de Suas criaturas] da cova, e a sua vida de passar pela espada” (Jó 33:18).
Quem se refugia no Senhor Jesus pela fé não tem nada a temer, pois pode dizer como o rei Davi: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo” (Salmo 23:4).
Ouvindo a voz de Deus
“O Senhor confia os seu segredos aos que o temem, e os levam a conhecer a sua aliança.” Salmos 25.14
Para ouvir a voz de Deus é preciso ter intimidade é preciso andar em santidade.
Muitas vezes nos achamos incapazes de entrar na presença de Deus e sempre precisamos de alguém que nos conduza a Ele. Não devemos nos sentir inferiorizados, somos livres para entrar na presença de Deus a hora que quisermos.
A atitude de busca pela intimidade é tudo o que Deus precisa para fazer de nós verdadeiros adoradores. Deus nos usará grandemente quando verdadeiramente “confiarmos os nossos caminhos ao Senhor” e fizermos de nossas vidas um ministério de louvor a Deus. Isto é, o que Deus espera de nós para operar maravilhas: um coração contrito, aberto e sensível ao seu mover.
Peter Quintino
How He Loves Testemunho John Mark McMillan


